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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Crônica do dia

Com mais um dia de postagens, temos hoje o texto da aluna Honorina, que nos conta sobre a privacidade e seus direito, o que e como alguns a usam. Ela também nos conta sobre algo muito pertinente ao tema que é a fofoca, geralmente algo gerado pela falta de privacidade. DIVIRTAM-SE!   

Privacidade

Privacidade é a habilidade de uma pessoa em controlar a exposição e a disponibilidade de informação sobre si.
O direito de privacidade do ser humano de não ser monitorado, direito de não ser registrado e direito de não ser reconhecido (direito de não ter registros pessoais publicados). Ou seja, a "privacidade não significa apenas o direito de ser deixado em paz, mas também o direito de determinar quais atributos de si serão usados por outros".
Há uma infinidade de conceitos sobre a privacidade.
O conceito pela informação pessoal teve início entre os séculos XVII e XVIII, quando as construções passaram a oferecer quartos privados, onde passou a fazer sentido a criação de diárias pessoais. 
Desde essa época até os nossos dias, a privacidade está sendo desviada para outros caminhos, perdendo o respeito e o direito de viver em paz.
Hoje, há sites para desvendar as intimidades das pessoas, tornando espetáculos para a mídia em revistas de fofocas, não respeitando a privacidade das pessoas, não só as famosas como também as comuns, por ser o meio de vida adquirido, basta aparecer na mídia. 
Em condomínios onde moram centenas de pessoas, sempre prevalece o bom senso, pois há moradores de qualquer classe social, e o bom convívio depende de cada um...
Mas nesse ambiente encontramos pessoas educadas, atenciosas, e outras que são mal humoradas, briguentas, barulhentas, pessoas que não te cumprimentam, se você entra no elevador ou cruza no corredor, e cumprimentam por educação, "se está calado sai mudo". Eu já estou acostumada com isso, acho até normal. 
Há também aqueles que ficam atrás das cortinas bisbilhotando, o que acontece nos corredores dos prédios, às vezes nem falam com você, mas vão fofocar. O ser humano é assim 
Mas a partir do momento em que entramos em casa e fechamos nossas portas, ninguém incomoda, ainda prevalece a nossa privacidade, graças a Deus. 
O bom convívio nesses condomínios depende muito dos moradores. Eu não tenho queixa de ninguém.

Honorina Fonseca                                                    

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Crônica do dia

Para começarmos a semana, temos hoje a crônica da aluna Isaura que nos conta o seu passeio pelo bairro de Santa Teresa. DIVIRTAM-SE!


O bairro de Santa Teresa
Estando eu, no Largo da Carioca, e sem saber onde pegar o bonde para Santa Tereza e estando aquele lugar muito diferente, havia anos que eu não passava por lá, pedi informação a um  senhor que passava. Ele se ofereceu para me ajudar, pois estava indo para onde morava. 
Disse-me que queria rever o casarão onde morara uma tia e no qual eu passara varias férias. Eu me lembrava muito bem de todos os seus cômodos. O homem me ajudou, indagando aqui e ali, e cheguei a conclusão de que o casarão não mais existia. 
Fingi procurar na bolsa o endereço. Obviamente não encontrei, pois o que eu queria era chegar ao bairro para relembrar fios de minha infância. 
Foi então que tive a ideia de sugerir a ele, que "aceitou", de irmos até o fim da linha para apreciarmos a paisagem. Ele concordou, pois não tinha horário a cumprir. Conversamos sobre vários assuntos, e ele me mostrou vários prédios e ia me explicando tudo o que sabia sobre o bairro, pois nascera e vivera sempre ali.
Foi um passeio agradável. Ao retornarmos, agradeci a boa vontade e a companhia. Despedimo-nos e acho que ele acreditou na minha história, pois foi solicito em me ajudar. 
Mas o que eu queria mesmo, era relembrar o bairro!        

Isaura           

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Crônica do dia


Hoje temos em mais um dia de postagem, temos o texto de Marcelo Coelho onde ele apresenta sua visão sobre o Edifício Master. DIVIRTAM-SE!   

EDIFÍCIO MASTER
"Sobre a alegria de cantar ‘My Way’", copyright Folha de S. Paulo, 11/12/02

"Há várias coisas inquietantes em ‘Edifício Master’, o documentário de Eduardo Coutinho sobre um prédio em Copacabana onde moram cerca de 500 pessoas, encapsuladas em 276 apartamentos do tipo kitchenette.
Claustrofobia, evidentemente, é uma das primeiras sensações que o filme provoca. Com certa insistência, Eduardo Coutinho mostra a própria equipe de filmagem se espremendo no elevador ou nos corredores do prédio antes de bater à porta de algum dos entrevistados.
Parece não haver muito espaço para a movimentação de tantas câmeras e refletores. E também não há espaço para todas as histórias e todas as emoções que cada pessoa tem para apresentar no breve depoimento, na aparição sem retorno, no trecho de vida que o documentário lhe concede.
Não é bem que o espectador consiga ‘espiar’, graças à câmera, aquilo que se passa dentro de cada apartamento ou da alma de cada morador. Não há em ‘Edifício Master’ voyeurismo ou invasão de privacidade. É mais o movimento inverso: como se a câmera fosse uma janela que os entrevistados, muitas vezes levando uma vida solitária e presos dentro de si mesmos, pudessem abrir para respirar.
Um aspecto curioso do filme, aliás, é que não se mostra nunca a fachada do edifício; estamos sempre ‘dentro’ dele -no máximo, acompanhamos pelos monitores dos guardas a chegada de visitantes na portaria, ou então vemos, de uma janela, outras janelas de outros apartamentos, num mundo sem horizontes, sem saída.
Impressiona como está presente, em diversos depoimentos, a ameaça ou a tentação do suicídio: depois de sofrer um assalto, uma senhora abre a janela, pensa em atirar-se. Desesperada com os ciúmes do marido, uma outra quase se jogou também.
Na primeira entrevista do filme, ficamos conhecendo uma mulher que morou a vida inteira no ‘Master’. Mudou inúmeras vezes de apartamento, pulou de um andar para outro, mas nunca saiu de lá. Ela conhece, claro, muitas histórias do edifício. A equipe de Eduardo Coutinho alugou um apartamento no prédio. Pois bem -a entrevistada hesita um pouco- nesse mesmo apartamento já houve uma tragédia.
A depressão atinge brutalmente uma jovem professora de inglês, que se fecha o quanto pode entre as paredes do apartamento. Outro morador, vítima de derrame, é salvo da morte pelo vizinho. E também há morte, simbólica ou fictícia, no depoimento de um ator aposentado, cuja carreira terminou no momento em que filmavam um assassinato com tiros de espoleta.
Mas o documentário de Eduardo Coutinho não é mórbido nem deprimente. O que ‘Edifício Master’ exerce sobre o espectador -e esse ponto já foi ressaltado, creio, por Inácio Araujo e Contardo Calligaris- talvez seja, antes de tudo, um efeito democratizante.
Podemos rir das esquisitices, das fraquezas, até do rosto ou das roupas deste ou daquele entrevistado; podemos nos comover com algumas histórias, sentir pena de muitos moradores, desdenhar de suas crenças, idéias ou preocupações. Há várias cenas no filme que não seria difícil classificar de patéticas, de pungentes, de ridículas. Sim, tudo isso é verdade, mas funcionaria se estivéssemos vendo o filme e seus personagens de um ângulo externo, à distância, ‘de fora’.
Mas, no momento em que estamos dentro da sala de cinema -ou melhor, ‘dentro’ do edifício Master-, cada entrevistado aparece para nós mostrando o que tem de mais valioso, de mais importante, de mais vital. Em cada depoimento, vibra, por assim dizer, uma convicção simples, sem palavras, que é a convicção da própria vida. Acima de todas as estranhezas, diferenças, vergonhas que possamos sentir uns com relação aos outros, é como se uma dignidade intensa e intocável se irradiasse de cada pessoa, quando esta se revela por inteiro.
É por isso, creio, que o clímax do filme é o momento em que um dos moradores, Henrique, canta entusiasticamente o sucesso ‘My Way’ de Frank Sinatra, sublinhando a idéia de que cada um vale pelo que é, do jeito que é. A cena a princípio me pareceu constrangedora, mas... como fiquei contente ao perceber que meu constrangimento ia acabando quanto mais alto o homem cantava! Deveríamos ter batido palmas naquele momento.
O documentário de Eduardo Coutinho parece ter concentrado, em cada uma de suas cenas curtas, tal ‘coeficiente de verdade humana’ -graus tão altos de temperatura e pressão existencial- que a gente sai do cinema num estado que é simultaneamente de exaltação e de humildade; o filme é claustrofóbico e libertador ao mesmo tempo.
Talvez seja essencial à democracia a sensação de que, sendo todos iguais, somos também totalmente diferentes uns dos outros. Sem dúvida, no edifício Master, estão em jogo não apenas diferenças individuais mas também de condição social, de idade, de educação.
O que há de ‘sociológico’ no filme pareceu-me, contudo, acessório diante do que se destaca ali de ‘humano’. Talvez porque, bem ou mal, o filme focalize a classe média, o que sempre facilita a identificação do espectador. Mas há muitas classes médias naquele mesmo barco, isto é, naquele mesmo prédio. De certa forma, o filme nos convence de que também moramos nele -e de que só morrendo a gente muda de endereço. Não sei se esta é uma conclusão muito verdadeira a tirar de um documentário; mas foi a minha."
Marcelo Coelho



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Crônica do dia

Para começarmos bem a semana, o aluno Aldo Raposo, nos traz uma crônica sobre uma filosofia de vida muito interessante. DIVIRTAM-SE!     

Filosofia de vida de um idoso

Eduardo tem 69 anos, é brasileiro, aposentado, casado com dois filhos e três netos. Deixou de trabalhar há dois anos e, finalmente, conseguiu implantar sua filosofia de vida antes, os chefes, os clientes e as empresas para as quias trabalhou ocupavam um percentual de tempo elevado da sua rotina diária, o que impossibilitava que realizasse um dos  sonhos de sua vida que era implantar conhecimentos que adquiriu ao longo da vida er poderiam ser resumidos na sua Arte de Viver. Com tudo, mesmo hoje, ele tem dificuldades em definir com clareza não só quais os aspectos mais importantes a respeito da sua existência como também em relação ao conceito de viver com sabedoria. Nessa sociedade em que habita, em muitas ocasiões, pessoas e instituições lhe parecem indignas e irracionais. Isto se reflete sobre ele e é algo que o inquieta, pois tem a certeza de que muito tem a refletir e a investigar a respeito.
A pós a aposentadoria e os filhos criados, ele se sente com mais tempo e se considera dono do livre arbítrio  para escolher os melhores caminhos a seguir. Acredita nas verdadeiras palavras de Cristo no Novo Testamento, mas, inúmeras vezes, não está de acordo com as palavras disseminadas pelos religiosos e pelas religiões. Crê na democracia como a melhor forma de governo para o Brasil e reconhece a importância de uma imprensa livre. Decide quais as pessoas que considera amigas; Escolhe formas de lazer; Local para morar; E a quem amara de maneira duradoura.
Além disso, percebe que suas ações são motivadas: Valores; Sonhos; Vontades; Paixões; Amor pela família; Necessidades de comer; Dormir e atender aos instintos sexuais. Na busca de uma qualidade de vida: Pratica esportes cinco vezes por semana; Controla os níveis de stress; Faz exames médicos  preventivos; Frequenta grupos de terceira idade; E se alimenta de legumes, frutas e produtos saudáveis. Percebe com clareza que seus grandes ideais dão direções mais claras e definidas aos caminhos que trilham. É também influenciado e movido por pessoas que o cercam: Esposa; Filhos; Líderes políticos e religiosos; Orgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Brasil; Imprensa informatizada, escrita, televisada e falada. é bem verdade que vive em uma eterna reflexão para decidir corretamente, levando em conta todos os fatores citados e mais buscar a felicidades e o prazer, considerados por eles como os principais vetores da vida. Todavia, diariamente as vinte e quatro horas de que dispõe são dilaceradas e almejadas pelos que o rodeiam (Seres humanos e máquinas) e ele considera, por incrível que pareça, que ainda tem pouco tempo para sua individualidade e liberdade. Certamente, a busca por tal liberdade inclui aumentar o tempo de que dispõe para reflexões e leituras.
Ele tem consciência de que  o poder executivo honera os brasileiros com impostos diversos, o que obrigado todos a gastarem em parcelas ponderável dos salários. Fala-se que se trabalha a cerca de 12 meses e paga-se anualmente o valor de quatro de sal´[ario em impostos. Como retorno, a imprensa denuncia corrupção nos vários níveis do executivo (como o Mensalão do PT, liderados pelo Dirceu; o Mensalinho do DEM; o tráfego de influência da microempresa do Pallocci; a gestão fraudulenta dos familiares da Erenice Guerra; o recebimento de propina pelo ex governador Roriz  e sua família; a corrupção nos ministérios dos transportes e dos turismos etc, etc). Como retorno, o Brasil tem uma educação deficiente, mostradas pelos indicadores de avaliação. Como retorno, a rede de saúde é precária e a segurança nas cidades e nos campos deixa a desejar. Os tentáculos do Leviatão de Hobbes na sua versão brasileira, encontraram os cidadãos, tornando-os escravos de elevados impostos e de excessivas regulamentações, devolvendo muito pouco em troca do que lhe é dado. Por sua vez, o poder legislativo é lento, com, vários dos seus políticos corruptos e corruptores e que não defendem os reais interesses dos seus eleitores. Quanto ao poder judiciário, ele apresenta inúmeras limitações, entre elas: Morosidade dos processos e excessivos graus de recursos apelativos. Isto se observa nos níveis federal, estadual e municipal. Entretanto, apesar de todas essas mazelas e corrupções, ele percebe que o Brasil está melhorando os níveis de distribuição de renda e é reconhecido internacionalmente como um dos países em desenvolvimento com economia puljante ao lado da Federação Russa, China, Índia e Africa do Sul(BRICS). Eduardo conhece bem as potencialidades do país e de seu povo e acredita em dias melhores.
Em função do que pensa e analisa, percebe que são muitos os fatores que influenciam e limitam sua vida. Diz também que, para ele, viver bem é acreditar em Deus e relacionar-se intensamente com o próximo, amando-o ou não. Tem a convicção de que o seu "Norte" é almejar o aprimoramento contínuo e obter liberdade e boa qualidade de vida. Ele sabe que as ações dos poderes constituídos continuarão a ocupar seus maus pensamentos, pois o "Leviatã brasileiro" estará sempre na espreita, impondo mais impostos e novas legislações. Entretanto, tem  consciência de que deve continuar oi processo cíclico e regenerativo de reflexão dialética com ele mesmo investigando sempre o mundo que o rodeia e tirando conclusões, de modo a decidir com sabedoria e aprimorar, cada vez mais, a sua arte de viver. 
Pude conviver de perto com Eduardo na Universidade Aberta da Terceira Idade da UERJ e, após muitas conversas e trocas de ideias, foi possível transcrever nessa crônica sua Filosofia de Vida. 

Aldo Raposo                                           
                                                  

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Crônica do Dia

Pra começar a semana, temos a crônica da aluna Stella, que nos conta sobre a história de um acessório muito famoso: a luva! Então, calcem as suas e mãos à obra!

As Luvas

Se há um conflito de gerações, um deles é a luva.
Nos tempos de outrora, nem se pensava em ir a um casamento, ou a um espetáculo de gala, sem luvas. Existiam até lojas especializadas, como a Luvaria Gomes, em que, junto com os chapéus, eram vendidos todos os tipos imagináveis de luvas.
Na sua origem, a luva vem da mitologia grega, em que Afrodite, enamorada por Adônis, resolveu solicitar as três graças que lhe providenciassem algo que protegesse suas mãos, já que decidira acompanhar o seu amado às caças e não desejava que a alvura delas se prejudicasse.
A mais antiga de que se tem notícia veio junto com Tutancamon, séc.XIV a.c.. Mas, acredita-se que, mesmo o homem pré-histórico já deveria usá-las como proteção contra o frio.
Em 800 a.c., em Esparta, nos regulamentos dos jogos olímpicos, a única vestimenta permitida era a luva.
Bem mais tarde, a variedade delas era enorme. Existiam as de seda, as de algodão, de tafetá, rendadas, ricas com pedras preciosas e pobres, simples, e cada uma delas adequada às situações e também de acordo com as usava.
Na Idade Média, era o início de um duelo entre cavalheiros. Quem se sentia ofendido, jogava-a no rosto do oponente e daí se iniciava a querela. 
Houve uma época em que a luva era o instrumento de corrupção. Enchia-se de moedas uma delas e oferecia-se a quem se queria subornar.
No séc XIX, as mais apreciadas e elegantes eram oriundas de Roma e Paris e algumas vezes costuradas na Inglaterra, o que fazia seu preço elevar-se aos píncaros da vaidade. A etiqueta assim o demonstrava.
Vieram também as de couro, mas, hoje em dia, só conheço as de motoristas e aposto em quem ainda as possuir e, se as desejar, onde comprá-las?
Acho que esse "grande" problema poderá ser resolvido pela internet, mediante uma pesquisa tecnológica e profunda. 
Essa é a real diferenças e conflito entre gerações!

Stella Muehlbauer

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Crônica do dia

A Crônica do dia de hoje é, na verdade, um conto - o que nos faz ter de, talvez, repensar este título padronizado que já adotamos há algum tempo. A aluna Isaura Galhardo, numa crônica de nome O prazer de ler e escrever, contou uma pequena história que nos chamou a atenção. Aí vai ela...

As Ovelhas do Pároco

O padre de certa  igreja, todos as manhãs, celebrava a missa às sete horas. Ouvira certos comentários à distância, sobre esse horário. Mas como suas ovelhas (pronucie-se, daqui em diante: o-vélhas) não comentaram nada com ele, não deu mais atenção ao fato. 
Todas as manhãs, lá estavam suas ovelhas como ele carinhosamente as tratava, para assistirem a missa.
Certa manhã, enquanto fazia a celebração, o padre percebeu que suas ovelhas não estavam atentas, pois não respondiam como deveriam; pareciam sonolentas, meio silenciosas. Então perguntou se elas estavam ouvindo, porque ele não as ouvia. Elas responderam quase que em coro: 
_Oh! Padre! estamos bem despertas! Até queremos sugerir para o senhor celebrar a missa às seis horas, pois esta hora, já estamos de pé.
_Se vocês querem, então amanhã será celebrada às seis horas. Disse o padre.
Na manhã seguinte, quando o padre entrou na capela, encontrou suas ovelhas cochilando. Saiu pé ante pé, devagarinho, para não acordá-las. 
Com certeza, falou com os seus botões: 
_Ah! As minhas ovelhas me tiraram da cama tão cedo!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Volta às atividades!

Olá caros leitores! 
Depois de um período longo de ausência, estamos de volta! E com força total!!! 
Uma nova turma, novos bolsistas, muitos novos amigos e também muitas crônicas pra nos divertir e atualizar! 
Esse ano decidimos expandir nossos horizontes, incluímos em nosso curso não só o exercício das CRÔNICAS, mas também dos tão queridos CONTOS!!!
Sem esquecer dos EVENTOS que estão aguardando no forno. Em breve notícias quentinhas, AGUARDE E CONFIRA!!!
Esperamos que todos possamos ter um bom tempo juntos!

Em nosso primeiro post do semestre, trouxemos um pequeno texto enviado pelo aluno Samuel Kauffmann. Com tom piadista, mas de moral bem interessante, ele vem nos falar da importância da pontuação!
Não se esqueçam de comentar!
Divirtam-se!



Show da língua portuguesa!


'Um homem rico estava muito mal, agonizando.

 Pediu papel e caneta. Escreveu assim:


'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do padeiro nada dou aos pobres. '

Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) A irmã fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

2) O sobrinho chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres

3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.

Moral da história:
'A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras.Somos nós que fazemos sua pontuação. 
E isso faz toda a diferença.





quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Crônica do Dia

Hoje trazemos uma crônica bem imaginativa! O autor é o aluno Oswaldo. Divirtam-se!
  
                                                                       Imaginação

Nossas palavras são a representação falada ou escrita de tudo aquilo que nos vem à mente e queremos torná-lo conhecido aos outros.
Em algumas circunstâncias são elas apenas a rememoração de fatos já vividos.
Em outras, expressam somente o imaginado. Nesse caso, e dependendo da capacidade inventiva do imaginador, ele pode prender sua platéia por horas a fio.
Essa experiência de espectador e expectador eu vivi no meu tempo de colégio.
Estudava na minha turma um paraense, de Conceição de Araguaia.
Era um típico caboclo "amazônida", mas dotado de uma fulgurante imaginação e uma palavra fácil.
Contava vários casos verdadeiros ou nem tanto verdade, mas ficávamos esperando que a hora de recreio não chegasse ao fim.
Era sempre um prazer ouvi-lo.
O tempo não passava para nós, ou, melhor dizendo, o nosso tempo estava sempre no fim porque só ouvíamos a campainha convocando-nos ao dever ou ao sono_ conforme o momento.
Lembro-me, também, de quando morava na Vila Rodrigues Alves, distante umas três horas de remo* da cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre.
Lá vivia um senhor que gostava de contar histórias fantasiosas.
Uma delas era que um agricultor da localidade, plantador de mandioca (aqui no Rio, aipim), também criava galinhas.
Um dia ele sentiu falta de uma galinha.
Procura de cá, procura de lá, e descobriu, por fim, que a galinha estava no outro lado do rio.
Mas, como conseguira ela lá chegar, se o rio na época da seca tinha mais de cinqüenta metros de largura, e agora estavam em época de cheia?
Nenhum morador da vizinhança a levara. Entretanto ela lá estava, feliz da vida.
Todos, na vila, começaram a procurar uma explicação para tal proeza da galinha.
Já ao final da tarde alguém descobriu, na plantação de aipim do dono da galinha, um imenso pé de mandioca, com uma batata muito, muito grande.
O mais curioso era que a macaxeira estava oca e com marcas de bicadas de galinha.
Ao exame atento dos agricultores e ao espanto geral, chegou-se à conclusão de que a galinha fizera um túnel na mandioca e saíra do outro lado do rio.
Com isso estava aberto o caminho para a construção de todos os túneis do país.
três horas de remo: as pessoas embarcavam numa canoa, onde um ou mais remadores impulsionavam a embarcação com a força de seus braços, utilizando-se de remos.


Oswaldo Pereira

terça-feira, 31 de agosto de 2010

ATENÇÃO - Concurso de Literatura no LerUERJ!

Estudantes da graduação da UERJ, atenção!

I Prêmio de Literatura Lima Barreto

Um Concurso de Contos, Crônicas e Poesias
Participem!
Inscrições: 18/10/2010 a 22/10/2010
                        sala 11111, bloco F

Consulte o nosso EDITAL para maiores esclarecimentos.

Organização
Prof. Victor Hugo Pereira
Diego Novais         (Italiano – 5° Período)
Jefferson Evaristo  (Italiano – 3° Período)
Luana Novaes       (Italiano – 3° Período)